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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Boeing, em São Paulo, reafirma custo-benefício do Super Hornet


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A Boeing iniciou nesta terça-feira, 15 de setembro, dois dias de conferência com 140 potenciais companhias parceiras e fornecedoras em São Paulo, reafirmando seu comprometimento em cumprir todos os requerimentos brasileiros com o Super Hornet, dentro do programa F-X2.

Bob Gower, vice presidente do programa F/A-18E/F da Boeing, afirmou que a empresa está “confiante que sua oferta representa a solução de melhor custo-benefício para o Brasil, oferecendo a mais avançada tecnologia, um sistema comprovado e superior de suporte e logística e um preço que é consideravelmente inferior ao do Rafale”.

Segundo a empresa, os competidores receberam um prazo até dia 18 de setembro para melhorarem suas ofertas, e a Boeing está atenta a todas as opções. Em agosto, a Boeing entregou uma oferta à FAB que incluía total transferência de tecnologia. A oferta também trazia a opção para a co-produção do Super Hornet no Brasil e o compartilhamento de tecnologia que permitiria ao Brasil integrar seus próprios armamentos à aeronave.

O Departamento de Defesa, o Departamento de Estado e o Congresso dos EUA autorizaram e aprovaram plenamente a venda do Super Hornet ao Brasil. Gower afirmou que “o Governo dos Estados Unidos deu passos sem precedentes para apoiar essa oportunidade, tanto no que se refere a acelerar o processo normal de aprovação, quanto apoiando as metas brasileiras para autonomia nacional”.

Na conferência, lideranças da Boeing na área de suprimento estão se encontrando com representantes de empresas brasileiras para discutir os requisitos e certificações necessários para fazer negócios com a Boeing, assim como para conseguir um melhor entendimento dos padrões específicos e complexidades relativas à condução de negócios internacionais na indústria aeroespacial.

A meta da empresa é montar uma cadeia de suprimento que represente o melhor da indústria, e a Boeing vê oportunidades promissoras no Brasil, além de oportunidades para empresas na maior nação latino-americana que vão muito além da competição do F-X2, em todas as áreas de negócio da Boeing.

A Boeing afirma que sua taxa de sucesso na condução de programas de cooperação industrial, em quase 40 países, é de 100 por cento, tendo completado obrigações industriais que somaram mais de 31 bilhões de dólares no prazo ou antes do prazo. Atualmente, a empresa tem mais de 45 programas industriais ativos em mais de 17 países, somando outros 13 bilhões de dólares em mais de doze produtos Boeing.

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sábado, 12 de setembro de 2009

Empresas terão até 21 de setembro para entregar nova proposta sobre caças

Brasília, 11/9/09- A empresa francesa Dassault terá até o próximo dia 21 de setembro para formalizar junto à Força Aérea Brasileira uma nova proposta comercial para os caças Rafale que esteja compatível com os parâmetros referidos pelo presidente francês Nicolas Sarcozy. A data limite vale também para que as outras duas empresas concorrentes –Boeing (F-18) e SAAB (Gripen NG) – apresentem eventuais propostas que busquem equiparar-se à francesa.

A expectativa da FAB é concluir o processo de análise técnica até o fim de outubro, para que as informações sejam entregues ao ministro da Defesa, que as conduzirá ao Presidente da República. Ao presidente caberá fazer a análise política e estratégica e tomar a decisão final.

“Agora, têm que ser avaliadas as propostas. Os compromissos que o presidente Sarkozy fez terão que se transformar em ofertas da própria Dassault”, explicou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, na última quinta-feira. “O importante é que há uma decisão política do presidente da República de ampliar a sua aliança estratégica com a França. … para que essa decisão política possa ser executada, vai depender da Dassault e também das outras, porque aí você precisa ter comparativo”, disse o ministro.

Jobim avaliou que o processo está seguindo seu curso normal e rebate as críticas dos que afirmam que houve precipitação do governo ao anunciar a preferência pelo Rafale, dentro das condições conversadas com o governo francês. “Quem se precipitou foi aquele que concluiu alguma coisa que não foi dita, tanto é que o presidente disse “vamos retomar as negociações”.

Durante a entrevista coletiva concedida pelos presidentes Lula e Sarkozy, em 7 de setembro, diante da insistência dos jornalistas em saber se haveria ou não cancelamento das negociações com os concorrentes da Dassault, o presidente respondeu: “Os nossos companheiros trabalharam até quase duas horas da manhã. Eu sequer tive tempo de fazer uma reunião com o Ministro da Defesa para discutir toda a profundidade das discussões que eles tiveram. O que significa, claramente, é o que está na nota, nada mais e nem menos que isso, ou seja, nós decidimos começar as negociações para a compra do Rafale.”

Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070/4071

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

De olho do KC-390, BAE Systems anuncia o Relançamento do BAe 146

BAe lança versão militar do jato 146

FONTE: BAE Systems - Via Blog do Poder Aéreo

BAe-146m A BAE Systems ado Reino Unido anunciou durante a Defence Services & Equipment International Exhibition (DSEI) em Londres que pretende relançar no mercado o aversão de transporte militar do seu jato BAe 146.

Inicialmente designado BAe 146M, a aeronave será oferecida às Forças Aéreas que operam aeronaves turboélices e jatos de pequeno porte já bastante envelhecidos. Segundo estimativas da própria BAe existem aproximadamente 1700 aeronaves com estas características distribuídas em 150 forças espalhadas pelo mundo. Muitas das células possuem mais de 40 anos.

Para a BAe Systems o 146M poderia complementar o trabalho de outras aeronaves de transporte tático como o C130 Hercules, realizando missões de menor envergadura e alongando a vida destas aeronaves maiores e mais caras.

Nos próximos anos diversos BAe 146-200 e 300 arrendados para empresas de transporte aéreo europeias serão devolvidos para a BAe e estariam disponíveis para conversão militar. Muitas dessas aeronaves não atingiram metade da vida útil esperada de suas células. O preço é bastante atrativo, sendo estimado em dois ou três milhões de libras esterlinas para as configurações para passagerios e até cinco milhões de libras esterlinas para a versão de carga.


Na configuração para transporte de tropas o BAe 146M poderá receber entre 80 e 109 passageiros. Na versão para transporte de cargas até 12,5 toneladas poderiam ser transportadas.

Segundo a aBAe a conversão para transporte militar do 146 poderia ser feita e um curso espaço de tempo. Dentre os itens oferecidos estariam a introdução de novos tanques de combustível, painel tipo “glass cockpit” e modificações para aproximações íngremes (steep approach) em ppistas não pavimentadas.

http://richard.ferriere.free.fr/3vues/bae146_3v.jpg
Outras missões para o BAe 146M incluiriam o lançamento de paraquedistas, evacuação aeromédica, reabastecimento aéreo e missões ELINT/SIGINT. Segundo o site flightglobal, o 146M não terá uma porta de carga na parte posterior da fuselagem. Porém, desenhos divulgados pelo grupo Jane’s (ver imagem abaixo) mostram a existência da mesma.

De olho do KC-390, BAE Systems anuncia o Relançamento do BAe 146

BAe lança versão militar do jato 146

FONTE: BAE Systems - Via Blog do Poder Aéreo

BAe-146m A BAE Systems ado Reino Unido anunciou durante a Defence Services & Equipment International Exhibition (DSEI) em Londres que pretende relançar no mercado o aversão de transporte militar do seu jato BAe 146.

Inicialmente designado BAe 146M, a aeronave será oferecida às Forças Aéreas que operam aeronaves turboélices e jatos de pequeno porte já bastante envelhecidos. Segundo estimativas da própria BAe existem aproximadamente 1700 aeronaves com estas características distribuídas em 150 forças espalhadas pelo mundo. Muitas das células possuem mais de 40 anos.

Para a BAe Systems o 146M poderia complementar o trabalho de outras aeronaves de transporte tático como o C130 Hercules, realizando missões de menor envergadura e alongando a vida destas aeronaves maiores e mais caras.

Nos próximos anos diversos BAe 146-200 e 300 arrendados para empresas de transporte aéreo europeias serão devolvidos para a BAe e estariam disponíveis para conversão militar. Muitas dessas aeronaves não atingiram metade da vida útil esperada de suas células. O preço é bastante atrativo, sendo estimado em dois ou três milhões de libras esterlinas para as configurações para passagerios e até cinco milhões de libras esterlinas para a versão de carga.


Na configuração para transporte de tropas o BAe 146M poderá receber entre 80 e 109 passageiros. Na versão para transporte de cargas até 12,5 toneladas poderiam ser transportadas.

Segundo a aBAe a conversão para transporte militar do 146 poderia ser feita e um curso espaço de tempo. Dentre os itens oferecidos estariam a introdução de novos tanques de combustível, painel tipo “glass cockpit” e modificações para aproximações íngremes (steep approach) em ppistas não pavimentadas.

http://richard.ferriere.free.fr/3vues/bae146_3v.jpg
Outras missões para o BAe 146M incluiriam o lançamento de paraquedistas, evacuação aeromédica, reabastecimento aéreo e missões ELINT/SIGINT. Segundo o site flightglobal, o 146M não terá uma porta de carga na parte posterior da fuselagem. Porém, desenhos divulgados pelo grupo Jane’s (ver imagem abaixo) mostram a existência da mesma.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Oficiais aviadores R1 poderão dar instrução de voo novamente

AFA

A Força Aérea Brasileira (FAB) aproveitará a experiência de pilotos militares que hoje estão na reserva para auxiliar no processo de formação dos seus futuros aviadores.

Segundo o Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS), trata-se de uma iniciativa que irá contribuir com as atividades de instrução aérea dos cadetes-aviadores.

Os convocados irão trabalhar com militares da ativa na atual estrutura do Curso de Formação de Oficiais Aviadores da Academia da Força Aérea (AFA).

Os oficiais aviadores da reserva remunerada (R1) interessados serão selecionados pelo Conselho Superior de Ensino da AFA mediante avaliação curricular e realização de teste de aptidão física e inspeção de saúde. Os militares que cumprirem todos os requisitos serão contratados e realizarão o Curso de Padronização de Instrutor de Voo em janeiro de 2010.

Para se inscrever, o interessado deve enviar para o e-mail ttcvoo@afa.aer.mil.br as seguintes informações: currículo com foto, data e número do Boletim do Comando da Aeronáutica que publicou a reserva, a opção pela aeronave de instrução (T-25 ou T-27) e o endereço atualizado e telefones para contato. A divulgação do resultado será feita individualmente, também por e-mail, de acordo com decisão do Conselho Superior de Ensino da AFA.

Terão prioridade os militares que, nesta ordem, foram instrutores da AFA, de unidades da Primeira Força Aérea (FAE I), ou correspondentes, e que ministraram instrução em unidades operacionais da FAB. Mais informações: Subdivisão de Instrução de Voo – (19) 3565-7271.

Fonte: DEPENS/CECOMSAER

domingo, 30 de agosto de 2009

Denel Saab Aerostructures completa testes em solo Agusta A109 LUH


O chão testes envolveram várias avaliações para assegurar que todos os componentes necessários para a aeronave a levantar do chão estavam em perfeito estado de funcionamento. Todos os sistemas de vôo críticos, tais como combustíveis, hidráulica, elétrica, falta de sinalização e sistemas básicos de controle de vôo foram, portanto, marcada para a funcionalidade correta. Os testes também incluíram uma verificação do sistema básico de comunicação. "Durante o primeiro minuto, o motor está funcionando, uma repetição básicas de sistemas críticos de controlo de voo tem lugar", explica Lana Kinley, diretor executivo da DSA, como o motor foi iniciado. "Elas servem para controlar as vibrações no helicóptero e garantir que o petróleo, hidráulica e pressões do sistema de combustível são mantidas em nível ideal."

Os testes necessários, em seguida, os motores para ser desligado para confirmar que não estavam presentes em vazamentos de óleo, sistemas hidráulicos e de combustível. Após posteriormente reiniciar os motores, balanceamento de lâmina e avaliações foram feitos ajustes de vibração, enquanto o helicóptero pairou pela primeira vez - com acompanhamento constante de voo parâmetros críticos acontecendo por toda parte.

A realização do ensaio no solo torna a aeronave pronta para o ensaio do ar durante o qual todos os sistemas mecânicos e aviônicos do helicóptero será validado. O teste de vôo de concluir certificará a disponibilidade de todos de alto nível de sistemas de aviação, como o sistema de navegação e de controle de vôo automático (piloto automático).

A entrega definitiva dos restantes Agusta A109 LUH é como por um contrato foi adjudicado a AgustaWestland em 2000 para 30 helicópteros - 23 dos quais foram fabricados e montados na África do Sul pela DSA. Durante os nove anos que levou para o contrato a ser celebrado, os engenheiros da DSA participou (por um período de três anos) na concepção do helicóptero alterações que foram exigidas pela SAAF. DSA adicionalmente estabelecidas e estabilizadas as tecnologias utilizadas para a fabricação detalhe folha de metal, mecânica e peças de material compósito do avião, bem como executar a montagem estrutural e definitiva. A empresa também foi credenciado como um fornecedor de vital conjuntos dinâmicos de peças de helicóptero para o mercado civil e militar (ou seja, pás do rotor principal e cabeça do rotor principal) e como fornecedor de conjuntos estruturais (como fuselagens e booms cauda) durante este tempo.

"O programa de produção para o Agusta A109 LUH foi totalmente integrados em nossa estratégia para o desenvolvimento de competências e conhecimento do produto. Este fluxo de produção assegurada ideal, incidindo sobre core business da Companhia como um produtor de conjuntos dinâmicos e estruturais ", acrescentou Kinley.

A realização bem sucedida deste contrato - em parceria com AgustaWestland - um bom presságio para o futuro da DSA, em termos de obtenção de contratos similares de outros fornecedores mundiais. Ele também promoveu o fortalecimento das relações com a empresa italiana, reforçando assim a posição da África do Sul está na lista internacional dos fabricantes de estruturas aeronáuticas.

Dassault inaugura um centro de manutenção no Brasil

Técnicos em unidade da Dassault: Brasil já tem 30 aviões da fabricante em operação

A francesa Dassault inaugura um centro de manutenção no Brasil. A meta? Atender os 50 jatos executivos que pretende vender por aqui

José Sergio Osse -
Isto É

Para a maior parte dos gigantes corporativos, a China é o emergente da moda. Seu ritmo de expansão econômica é tão alto que deu origem ao termo "crescimento chinês" para qualquer resultado acima dos 8% ao ano. De quebra, o País ainda tem um mercado interno pouco explorado, equivalente a mais de um sexto da população mundial. Num setor, porém, o colosso chinês está atrás do Brasil.

No mercado de aviões executivos, a China está cerca de dez anos atrás do Brasil, conta o presidente mundial da Dassault- Falcon, Jean Rosanvallon, em entrevista à DINHEIRO. Por isso, no início do mês, a empresa inaugurou em Sorocaba, no interior do Estado, um centro de manutenção e serviços próprio, o primeiro desse tipo a ser construído fora dos EUA e da Europa.

O investimento, de US$ 5 milhões, é uma resposta, segundo o executivo, a exigências de clientes. Hoje, já existe uma frota de 30 Falcon em operação no Brasil. São aviões executivos de médio porte, com capacidade para 10 a 15 passageiros, autonomia para viagens intercontinentais e preços superiores a US$ 10 milhões. Sem o centro de serviços, os clientes são obrigados a levar suas aeronaves para manutenção e reparos nos EUA, o que significa ficar pelo menos dois dias sem eles.

"É uma ferramenta cara e o que mais pesa para o usuário é a disponibilidade do avião", afirma Rosanvallon. Para ele, isso já justifica a construção da unidade no País. Mas o momento da inauguração também coincide com a reta final do programa FX-2 do governo brasileiro. O programa vai escolher o avião de caça que substituirá os Mirage 2000 da Força Aérea Brasileira. O Rafale, fabricado pela Dassault Defense, é um dos finalistas

Para alguns especialistas, haveria um caminho alternativo ao do centro de manutenção. "Um centro próprio não é a melhor solução para o fabricante. O ideal é ter um parceiro local", diz Rui Aquino, presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). Segundo ele, porém, a Morro Vermelho, antiga parceira da Dassault, passou a atuar somente para a Camargo Corrêa, sua dona, o que obrigou a companhia francesa a construir seu próprio centro no País.

Rosanvallon garante que outro fator contribuiu para a decisão: a projeção positiva para o mercado nacional. "Espero, nos próximos dez anos, vender cerca de cinco aviões por ano no Brasil. A frota brasileira pode chegar a 100 jatos executivos de cabine larga até 2019", afirma Rosanvallon. Segundo ele, mais de 40% das 500 maiores empresas da América Latina estão no Brasil, e muitas delas têm negócios importantes no Exterior.

"Elas vão precisar de aviões de longo alcance, como os nossos. Especialmente agora que as ligações com países distantes, como Japão e China, além de EUA e Europa, se multiplicam", acrescenta. Atualmente, sua carteira de pedidos firmes soma 15 unidades e, apesar da crise econômica, houve poucos cancelamentos entre clientes brasileiros.

"Estou no negócio de aviação executiva há 40 anos e nunca vi algo parecido com o que ocorre agora. Mas, embora tenha havido um número incômodo de cancelamentos em todo o mundo, foram apenas dois no Brasil", diz Rosanvallon. Em Sorocaba, o centro também pode atender donos de jatos Dassault- Falcon em trânsito pelo Brasil. Para isso, a companhia já busca certificações internacionais de agências como a FAA (a Anac dos EUA).

Segundo Rosanvallon, porém, o objetivo da unidade é mesmo prestar serviços para a crescente frota brasileira. Atualmente, segundo a Abag, há 420 jatos executivos na frota brasileira. Desse total, 15% são de médio porte, como os Falcon. "Existe mercado suficiente para absorver, por ano, 15 aviões desse tipo", diz Aquino. A Dassault já está em posição privilegiada. Enquanto em todo o mundo sua participação nesse mercado é de 40%, no Brasil, atinge 70%. O centro é uma poderosa arma para manter esse patamar.

Helibras entrega seu 500º helicóptero ao Acre

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Helibras entrega seu 500º helicóptero ao estado do Acre

Fonte: Revista Asas

A Helibras entregou ontem seu 500º helicóptero ao governador do Estado do Acre, Binho Marques. O ato aconteceu no estande da Helibras na Interseg 2009 – Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública, considerada o maior evento de negócios do setor na América do Sul, de 25 a 27 de agosto, em Brasília. A aeronave modelo Esquilo AS 350 B2, que estava em exposição na feira, será o primeiro helicóptero da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Acre. A Helibras é líder no segmento de segurança pública e defesa civil, com 81% de participação.

Para o presidente da Helibras Eduardo Marson Ferreira, a entrega do 500º helicóptero é um marco para a história da empresa. “Há trinta e um anos produzimos no Brasil aeronaves com a mesma tecnologia da Europa. Isso mostra que somos referência no mundo, ao oferecer equipamentos inovadores e na prestação diferenciada de serviços associados".

Segundo o diretor comercial da Helibras, Julien Négrel, o helicóptero vai atender às necessidades de segurança na fronteira do Acre com o Peru e a Bolívia e no interior do estado, bem como às demandas relacionadas a desastres naturais como enchentes e incêndios florestais, apoio a moradores de localidades isoladas, ações desencadeadas pela Vigilância Sanitária, ocorrências de trânsito e transporte de pacientes graves e de órgãos. “A aeronave é considerada ‘multimissão’ por se adequar aos mais diversos tipos de serviço. Está equipada com o que há de mais moderno em termos de sistemas de navegação, integrando mapas eletrônicos, computador de bordo, rádio multifrequencia”, afirma. Ele informa ainda que o contrato inclui treinamento de pilotos e manutenção.

A aeronave foi adquirida através de um convênio entre o governo do estado do Acre e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, no âmbito do Pronasci - Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), no valor de R$ 6,9 milhões.

Boeing espera que decisão da OMC tire ajuda de governos à Airbus

A imagem “https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEMQa5eniQQUHYH5SA-0w-b2cyWeQwzHAFQd8PvDCzuWLCDgZ4NCBB1F3in5cdu4QhorSGl7vcSQtprcVt6yzNZVauYAMpOGkIlRkxUjycMpjMF6yKitcvhCZ74qiG7nqb7G7jhGcJsYA/s320/airbus.jpg.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Boeing espera que decisão da OMC tire ajuda de governos à Airbus

Reuters/Brasil Online (Reportagem de Doug Palmer) - O Globo


A Boeing espera que um painel preliminar da Organização Mundial do Comércio (OMC) marcado para a semana que vem force governos europeus a reconsiderarem seus planos de ajudar a financiar o avião de passageiros A350 da Airbus, afirmou um executivo da empresa nesta quinta-feira.

A decisão confidencial vem em "um momento muito oportuno em se tratando de ajuda de financiamento", disse o vice-presidente de operações governamentais da Boeing, Ted Austell, a jornalistas.

"Desde o Paris Air Show, os governos europeus que estão patrocinando a Airbus têm discutido financiar a produção do A350, e esperamos que a decisão preliminar traga informações suficientes para que se suspenda quaisquer novos financiamentos para o avião, que têm o mesmo formato de financiamentos anteriores", afirmou Austell.

A esperada decisão da semana, que versa sobre a maior disputa comercial nos quase 15 anos de história da OMC, vem se desenrolando há anos e pode afetar outros países, como Brasil, Canadá, China e Rússia, que também consideram financiar fabricantes locais de aviões civis.

"Aspiramos que a decisão seja uma boa guia para outras partes que queiram construir aviões comerciais de grande porte", disse Austell.

Há duas semana, a Inglaterra prometeu 340 milhões de libras em empréstimos para ajudar a Airbus a desenvolver o A350, que deve concorrer com o 787 Dreamliner da Boeing, que está com a produção atrasada.

A Alemanha deve fornecer 1,1 bilhão de euros e a França, mais 1,4 bilhão, segundo fontes de ambos os governos.

A Airbus recebeu quase 500 encomendas de 30 clientes diferentes para o A350, que será lançado na década que vem. Executivos da empresa estimam que o mercado em potencial para o avião chegue a 2.500.