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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Testes russo Novo Casa de quinta geração Fighter PAK-FA Começa na KnAAPO Aeródromo

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O lutador russo futuro futura quinta geração, o complexo da aviação futuro tático da aeronave (PAK FA), fez seu primeiro táxi é executado no Komsomol'sk-on-Amur Aviation Production Association (KnAAPO) aeródromo, a Interfax relatórios referentes a uma fonte no indústria aeronáutica. When in particular the airplane's roll out took place and its tests began is not being specified. Quando, em especial rolar para fora do avião ocorreu e começou seus testes não está sendo especificado.



Após a implantação, o aviador iniciados os motores eo avião começou a se mover ao longo da pista. Durante o funcionamento de táxi, o PAK FA foi travado várias vezes. Duas corridas de táxi foram feitas em todos. Apenas os empregados KnAAPO observados no teste. Como esperado, o PAK FA fará mais algumas corridas de táxi até ao final de 2009, e fazer o primeiro vôo em Janeiro de 2010.

Anteriormente vice-premier da Rússia, Sergey Ivanov, anunciou que os testes da quinta geração de caças russo começará no final de 2009 - início de 2010. O vice-ministro da Defesa, Vladimir Popovkin, anunciou em meados de Setembro de 2009, que o PAK FA, também conhecido como o T-50 e "artigo 701", começará a chegar ao inventário força aérea russo a partir de 2015.

Ministério da Defesa da Rússia planeja começar as compras PAK FA após um contrato tenha sido cumprida pela entrega de 48 "geração 4 + +" Su-35 lutadores.Força Aérea russa receberá a primeiro Su-35s, em 2011, eo contrato para entrega será cumprido completamente até 2015. Nada se sabe ainda sobre a quantidade de PAK FA o Ministério da Defesa pretende comprar.
As características técnicas do futuro caça russo não foram notificados oficialmente. Preliminarmente, o PAK FA será capaz de desenvolver uma velocidade de 2.100 km por hora.
O intervalo de avião de vôo serão 5.500 quilômetros.
. Armamento do avião pode ser representado por um canhão de 30-milímetro. O PAK FA terá 16 hardpoints, incluindo 8 localizado no interior da fuselagem.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Rússia: Força Aérea recebeu dois novos bombardeiros Su-34

Rússia: Força Aérea recebeu dois novos bombardeiros Su-34

Fonte: lenta.ru - Via: Alide

Segundo a agência de notícias russa Interfax informou, o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, o tenente-coronel Vladimir. informou que, como esperado, o Centro Aeronáutico de Lipetsk recebeu os aviões em 19 dezembro de 2009. A Força Aérea da Rússia já recebeu anteriormente outros dois Su-34, obtidos em 2007-2008.

Em 2008, o Ministério da Defesa encomendou ao grupo industrial Sukhoi da Rússia, do qual faz parte a Novosibirsk Aviation Production Association (NAPO), a unidade que produz o Su-34, 32 destes bombardeiros. De acordo com os planos dos militares, o Su-34 devem substituir os obsoletos Sukhoi Su-24. Anteriormente, foi comentado que a Força Aérea havia recebido da NAPO o último lote dos modernizados Su-24M2, completando assim a modernização dos Su-24 da Força Aérea.

Em junho de 2009, a Força Aérea da Rússia tinha cerca de 300 Su-24 de várias modelos diferentes, com 60 dessas máquinas servindo na aviação naval.

O primeiro vôo Su-34 teve lugar em Abril de 1990, sendo ele capaz de velocidades de até 1900 quilômetros por hora e de um alcance máximo de quatro mil quilômetros. Este bombardeiro carrega um canhão de 30 milímetros e apresenta 12 cabides sub-alares e sob a fuselagem que são capazes de transportar até um tital de oito mil quilos de bombas, mísseis, casulos eletrônicos e de tanques de combustível externos.


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

França confirma interesse russo em LHD da classe Mistral

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Segundo o site Defensenews, procede a informação que circulou, recentemente, de que a Rússia demonstrou interesse em comprar um LHD francês da classe Mistral. No início do mês, um porta-voz do Ministério da Defesa da França, confirmou que há interesse oficial da Rússia para a compra, embora este seja “extremamente geral”.

Outras informações que circularam desde o final de agosto eram de que, após a compra do primeiro navio, a Rússia estaria interessada em produzir três ou quatro unidades adicionais em estaleiros próprios, com assistência francesa.

A França possui dois LHD (Landing Helicopter Dock - navio de assalto anfíbio dotado de convoo) da classe, os BCP Mistral e o Tonnerre. A sigla BCP significa Batiment de Projection et de commandement - literalmente navio de projeção e comando. Os franceses encomendaram uma terceira unidade como parte de um pacote de incentivo, e existe a possibilidade de um quarto navio ser encomendado na próxima década. O Tonnerre já foi visitado, quando esteve no Rio de Janeiro, pela equipe do site Poder Naval Online, da qual o Blog Naval faz parte. Clique nos links abaixo para saber mais.

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FONTE: Defensenews

FOTOS (BCP Tonnerre no Rio de Janeiro):

domingo, 13 de setembro de 2009

Marinha russa quer submarinos alemães U-212

Marinha russa quer submarinos U-212
Submarinos alemães poderão ser adquiridos afirma ministro russo

Fonte: Area Militar

Conforme já tinha sido noticiado anteriormente, a marinha da Rússia considera seriamente a possibilidade de aquisição de sistemas militares navais a outros países.
A possibilidade de a França vir a adquirir navios de projecção estratégica ou de desembarque à França foi já confirmada pelos russos, embora do lado francês a questão tenha sido tratada com muito maior descrição.

Agora volta a ser referido pela imprensa russa o interessa da marinha da Rússia na aquisição de submarinos alemães do tipo U212, tendo como fonte o próprio ministro da defesa do país, Anatoly Serdyukov.

Na origem do problema estará o facto de os submarinos convencionais do tipo «Lada» uma derivação dos submarinos da série «Kilo», terem sido entregues à marinha russa mas ainda não estarem operacionais devido a problemas técnicos.

De facto, tanto o Sainkt Petersburg como o Kronstadt ainda não foram dados como operacionais.

Existem aparentemente problemas com o sistema de propulsão independente do ar. Os russos já chegaram mesmo a considerar a possibilidade de instalar reactores nucleares de fraca potência nos submarinos, apenas para alimentar as baterias dos motores eléctricos.

Ao considerar a possibilidade de adquirir o U212 a Rússia está especialmente interessada no sistema AIP de células de combustível que utiliza hidrogénio, e que está instalado nos submarinos do tipo U212 alemães e italianos e nos U214 da Coreia do Sul e de Portugal.

Curiosamente, o modelo russo é aquele para o qual a marinha do Brasil pediu informações para eventual compra, tendo considerado o sistema russo como o mais silencioso do mundo. Oficialmente, o projecto russo foi colocado fora de cogitação, porque os russos não queriam ceder a tecnologia.

Problemas generalizados na marinha russa

Os problemas nos estaleiros russos têm-se sucedido uns a seguir aos outros. O porta-aviões da marinha da Índia Vikramaditya continua no estaleiro, com russos e indianos em acusações mútuas. Vários sistemas têm mostrado problemas. Recentemente um submarino nuclear que estava a ser preparado para entregar à Índia sofreu um gravíssimo acidente na sequência do qual morreram mais de 20 pessoas.

O próprio presidente russo mostrou a sua irritação com o problema durante a sua última visita aos estaleiros Sevmash, dizendo que se os estaleiros propuseram fornecer um navio, têm que honrar o contrato.

A situação da marinha russa é algo estranha, mas não é novidade para quem tem acompanhado a situação real da força nos últimos anos. A marinha não é tradicionalmente um ramo das forças armadas muito querido dos russos, que são uma nação continental por tradição. A marinha russa tenta aumentar a sua projecção dentro do próprio país com a divulgação de viagens internacionais dos seus mais poderosos navios, mas os resultados têm sido muito poucos.
A maior parte da esquadra é antiquada e ultrapassada, servindo apenas como plataforma flutuante para os dissuasores nucleares russos.

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Cruzador nuclear da classe Kirov - Pedro o Grande

Os seus navios de maior importância são o porta-aviões Admiral Kuznetsov e o cruzador nuclear Pedro o Grande (classe Kirov).
Mas a operacionalidade do Kuznetsov nunca foi considerada satisfatória pelos russos, que agora pensam na possibilidade de negociar a construção de navios porta-aviões em colaboração com a França.

Quanto ao cruzador nuclear, ainda recentemente foi anunciado que a reparação e modernização do cruzador nuclear Nakhimov (um navio do tipo Kirov idêntico ao Pedro o Grande), para um padrão mais moderno, custaria mais que a construção de um navio novo, o que foi encarado como uma veredicto final sobre o futuro da vetusta classe de gigantescos navios, que são de uma esmagadora imponência, mas que do ponto de vista estratégico, só poderiam servir como navios suicidas numa guerra mundial termonuclear. Além disso, os custos operacionais de manter um só navio Kirov são superiores aos custos de manter de seis a dez fragatas modernas.

Ao mesmo tempo que isto ocorre, a Rússia não tem um único navio especializado em defesa aérea e o único radar equivalente ao Spy-1 norte-americano que foi produzido na Rússia, nunca funcionou em condições.

A estrutura que presentemente existe é antiquada e está pelo menos 30 anos desfasada do resto do mundo. Grande parte de suas instalações mais importantes estava na Ucrânia. Com o fim da URSS, a indústria naval russa ressentiu-se muito. O principal fabricante de turbinas para navios do tipo fragata está na Ucrânia e essa é uma das razões que leva a indústria da Rússia a ficar pela reparação das suas unidades mais antigas e a ter lançado desde que acabou a URSS apenas uma única classe significativa de navios de superfície, as quatro corvetas Steregushy, das quais apenas uma está ainda ao serviço.

domingo, 30 de agosto de 2009

Rússia mostra radar AESA do PAK FA

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No MAKS 2009, a Russia mostrou o primeiro equipamento de seu caça pesado de quinta geração PAK FA/T-50: a antena do radar de varredura eletrônica ativa (AESA). Segundo o comandante Aleksandr Zelin, um protótipo do PAK FA deverá realizar seu primeiro voo em novembro ou dezembro deste ano, e já teria sido mostrado a Vladimir Putin, em maio, durante visita da autoridade à planta da KnAAPO em Komsomolsk-on-Amur.

Apesar de não terem sido revelados dados sobre a nova antena, além de que ela contém mais de 1.000 módulos de transmissão e recepção, foi dito que o equipamento iniciou testes em novembro do ano passado, passando a ser integrado a outros elementos do radar neste verão (do hemisfério norte). Um segundo exemplar deverá ser completado até meados do ano que vem para instalação em um protótipo operacional do T-50.

A Sukhoi deverá completar cinco protótipos do PAK FA para testes iniciais, incluindo dois dedicados a testes de solo. Esses testes estariam agendados para o período 2011-2012, e a empresa espera produzir, por volta de 2015, um primeiro lote de aeronaves para testes operacionais. Os primeiros lotes deverão ser equipados com turbinas derivadas das AL-31F. Um novo motor deverá ser incorporado a aeronaves de lotes subsequentes, provavelmente um design proposto pela MMPP Salut e baseado na AL-31FM3.

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FONTE e FOTO DE CIMA (Vladamir Karnozov): Flight Global

IMAGEM DE BAIXO: uma das concepções mais disseminadas do PAK FA. Para ver outras, confira os links abaixo.

SAIBA MAIS:

Russia interessada em comprar o BPC Mistral da França


O chefe do estado-maior da Esquadra russa anunciou, nesta quarta-feira, que seu país estuda a aquisição, da França, de um vavio de empregos múltiplos do tipo “Bâtiment de Projection et de Commandement” (BPC). O general Makarov, que fez a declaração durante uma viagem com o presidente Medvedev, explicou que a Rússia deseja, eventualmente, dispor de quatro a cinco navios deste tipo. Falando sobre o primeiro navio, o oficial indicou que Moscou desejaria assinar o acordo ainda este ano.

Nenhum detalhamento foi dado em relação ao valor esperado da transação, nem à divisão de trabalho industrial imaginada. Se o negócio for concluído, o primeiro BPC, pelo menos, poderá ser construído em Saint-Nazaire na França. Efetivamente, os estaleiros russos não aparentam dispor ao momento de meios industriais eficientes o suficiente para a realização de uma unidade como esta, concebida sob normas civis a partir de uma série de grandes blocos pré-equipados.

Mas é seguro imaginar que, se o acordo progredir, a indústria russa acabará sendo envolvida no programa, já que os contratos de exportação envolvem, tradicionalmente, algum tipo de transferência de tecnologia. Deve-se lembrar o exemplo das fragatas para Cingapura onde o primeiro navio foi construído pela DCNS (projetista do BPC) na França e os navios seguintes construídos localmente, com assistência técnica francesa. Se a Rússia encomendar um BPC da França o navio poderá ser colocado em serviço já em 2012.

Seria uma novidade, do tipo que não ocorre desde a Segunda Guerra Mundial Um contrato como este representa, em todo caso, uma das mais belas, senão a mais bela vitória comercial de exportação da história da DCNS. Jamais, desde as entregas de armas por americanos e britânicos durante a Segunda Guerra Mundial, a Rússia comprou grandes equipamentos militares do ocidente. Igualmente, para além do eventual programa BPC, este contrato poderá se constituir na ocasião do grupo naval francês DCNS se posicionar para participar do futuro projeto de porta aviões russos, grandes e complexas plataformas cuja realização exigirá sem dúvida de uma substancial melhoria nos estaleiros russos.

De aqui até lá, será preciso ver se um primeiro BPC será efetivamente encomendado e de que tipo ele será. A Rússia pode optar por simples gêmeos dos BPC franceses Mistral e Tonnerre. Concebidos para a projeção de forças e capazes de servir de Posto de Comando flutuante a uma operação conjunta, navios de 199 metros apresentando um deslocamento de 21.500 toneladas quando carregados. Dotados de vastas instalações médicas, eles podem embarcar 16 helicópteros, quatro lanchas de desembarque (ou dois veículos rápidos do tipo L-CAT ou LCAC), 70 veículos e 450 homens da tropa de desembarque.

Além do modelo adquirido pela Marine nationale, a DCNS igualmente propõe, para exportação, diversas versões do BPC, que vão desde 14.000 até 27.000 toneladas. Fora da Rússia o grupo francês espera inserir seu produto em outros países como a África do Sul e o Canadá. Fonte: Mer et Marine Comentário da ALIDE

Curiosamente, na conclusão do texto acima, o autor não citou o Brasil como potencial cliente do BPC, a despeito de nossas fontes indicarem que este seria o projeto preferido da Marinha do Brasil para cumprir a missão de “Navio de Múltiplo Emprego” conforme detalhado na END. Adicionalmente, o autor parece nem se preocupar com a perspectiva de tal venda vir a ser absolutamente conflitante com os objetivos e políticas americanas de contenção do poder naval futuro da Rússia.

Não é difícil prever a escala da pressão política a que o Palácio do Eliseu terá de se submeter para conseguir levar este contrato a termo. Vejamos como este assunto progride.